domingo, 17 de maio de 2015

DIA 24 DE MAIO
MARCHA CONTRA a MONSANTO - NÃO ao TTIP



11.00 - Encontro na frente do mercado municipal (praça). 

11.10 - Distribuição de flyers companhada com uma explicação do evento junto dos vendedores e consumidores, convidando-os a ir ao Largo do Carmo para ver o forno solar e trocar sementes

11.30- Deslocação para o mercado dos produtores no Largo do Carmo

11.45- Divulgação da acção através o megafone, da distribuição de flyers e do contacto directos com as pessoas, apresentação do banco de sementes e troca de sementes

12.30- Distribuição do que se cozinhou no forno solar (mais do 90% do biodisel é produzido através de plantações transgénicas, mas há outras alternativas, fontes de energias limpas)

13.30/14.30 – Picnic com a comida trazida por cada um. Cada participante deve levar comida suficiente para si e para partilhar. A ideia é que se convide quem está no mercado a provar os alimentos que forma produzidos sem químicos de síntese e sem OGMs.

IMPORTANTE
Cada pessoa traz um cartaz (cartolina fixada num pau) com os seus comentários, perguntas, pensamentos.
Todos os alimentos envolvidos nesta acção serão provenientes da agricultura biológica ( com certificação) ou da agricultura familiar sem utilização de químicos de síntese (adubos e pesticidas).

Este evento decorre no âmbito da MARCHA INTERNACIONAL CONTRA O PRIMEIRO PRODUTOR MUNDIAL DE TRANSGÉNICOS E O TRATADO TRANSATLÂNTICO DE LIVRE COMÉRCIO

Evento no facebook                          Site sobre o TTIP


sábado, 21 de março de 2015

HOJE

NO PARQUE DE LAZER, DA HORTA DAS FIGURAS, 
em frente ao Forum

INSERIDO NA SEMANA da PRIMAVERA BIOLÒGICA

concretizamos a 2ªfase de plantação de árvores autóctones



















segunda-feira, 16 de março de 2015


SÁBADO, DIA 21, ÀS 15H

NO PARQUE DE LAZER, DA HORTA DAS FIGURAS, 
em frente ao Forum

INSERIDO NA SEMANA da PRIMAVERA BIOLÒGICA
Vamos dar continuidade ao projecto de melhoramento do Parque de Lazer,

proposto pela Glocal - Faro e aprovado pela Câmara Municipal. 

Vamos plantar árvores autoctones e arbustos: 
traz enxadas e pás;
luvas e chapéu, se achares necessário.



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

DIA MUNDIAL "Não investir em combustíveis fosseis"
(13 ou 14 de Fevereiro)

http://gofossilfree.org/divestment-day/

Em Faro, no dia 14, pelas 11h, no jardim Bivar, em frente ao coreto, reuniram-se 20 pessoas, entre as quais elementos do Movimento o Algarve Livre de Petróleo . 

Decidiu-se dar continuidade a esta inicativa, nomeadamente aprofundar a questão da exploração de petróleo e gás na costa algarvia.

Caso esteja interessado em participar na análise e nas acções referentes a esta problemática envia um email para  glocalfaro@gmail.com











quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

DIA MUNDIAL "Não investir em combustíveis fosseis"
(13 ou 14 de Fevereiro)

Não Investir em combustíveis fosseis significa desfazer-se  de ações, títulos ou fundos de investimento pertencentes a empresas de petróleo, de carvão mineral e de gás natural.
Estes recursos não são renováveis e há uma relação, uma  responsabilidade da indústria de combustíveis fósseis na crise climática. 
Por todo o mundo, principalmente nos EUA, no Reino Unido, na Suécia, na Austrália, várias universidades, organizações religiosas, cidades e comunidades têm conscientemente  deixado de investir em activos ligados à industria dos combustiveis fosseis e investido em energias alternativas, como a solar e a eólica.
http://gofossilfree.org/divestment-day/

Em Faro, no dia 14, pelas 11h, no jardim Bivar, em frente ao coreto
Veste-te ou traz panos cor de laranja

Faz faixas alusivas ou copia o logo internacional



quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Cooperativas, apenas em tempos de crise?

Nos últimos anos temos vindo a recolher dados positivos sobre cooperativas. São especialmente valiosos os números que nos dizem-nos que o cooperativismo num contexto tão negativo como o actual, não destroe postos de trabalho, mas ainda gera novos postos.
Dados fornecidos pela Confederação de Cooperativas da Catalunha (Coopcat), referente ao primeiro semestre de 2014 mostra a criação líquida de 4.226 novos postos de trabalho ao longo do ano passado. E desde 2009 tem havido uma criação líquida de 3.128 postos de trabalho.

As cooperativas são entidades que não priorizam a maximização do lucro, mas sim a qualidade e a manutenção dos postos de trabalho. Reforçamos essa Ideia quando vemos que no sector cooperativo, mais de 78% dos postos de trabalho são de contrato sem termo. (Fonte: Coopcat)

Mas eu acho que nós subestimamos, e muito, o potencial do cooperativismo ao ficarmos satisfeitos com que seja um instrumento válido apenas para momentos de crise. Não se trata, tão pouco, que o cooperativismo nos ofereça uma boia para navegar em mares revoltos e trovoadas isoladas. Os pontos fortes e o potencial do cooperativismo podem ser usados para transformar a economia e a sociedade.

As cooperativas são organizações que geram riqueza e envolvem dois valores adicionais. Por um lado, a riqueza gerada não o é de qualquer maneira, mas com base em projetos que colocam a pessoa no centro e tendo em conta a comunidade e o meio ambiente em que se desenvolvem. "Não vale tudo para ganhar dinheiro." E também, não se trata apenas de criar riqueza, mas que esta seja distribuída igualmente entre os parceiros do projecto. Este elemento é altamente transformador.

Além disso, as cooperativas têm o poder de ser escolas de democracia, que  em seguida, podemos extrapolar para a sociedade. Aprender a decidir. Algo que pode parecer elementar, mas não é. Se aprendermos a decidir na nossa empresa, no nosso local de trabalho, em vez de só obedecer, então também podemos construir a sociedade em que viver não se concilia com simplesmente obedecer, mas onde queremos decidir e tomar parte nas decisões transcendentais e quotidianas que nos envolvem. Por isso, o cooperativismo pode ser um elemento que estimula o  envolvimento e a participação cidadã na política de cada dia e de modo a que as pessoas comuns não se conformem ou resignem, apenas.

Finalmente o cooperativismo pode ser um elemento que conduz à propriedade comum das empresas, à sua apropriação/propriedade pelo conjunto da sociedade. Som Energia, por exemplo, mostra que o sector da energia não tem que estar nas mãos de um oligopólio pseudo-gangster, mas que podemos criar instrumentos democratizadores e colocar, sob o domínio de todo o conjunto da sociedade, um projecto que pertence à própria sociedade e que, portanto, nunca se virará contra ela. O mesmo se aplica no caso dos ateneus e espaços sociais  auto-gestionados como o La Flor de Mayo, ou espaço Germanetes, ou o Can Batlló ou o próprio caso de Coop57 no setor financeiro.

O para o comum e o pelo comum, pode ser uma espinha dorsal da sociedade futura onde a cidadania se apodere de áreas de produção, consumo e socialização. Fórmulas horizontais, democráticas e participativas que estimulem o serviço e o trabalho para o bem-estar da maioria.

O cooperativismo tem uma potencialidade tão grande que pode ser algo que transcende uma simples fórmula empresarial e tornar-se motor de uma mudança social mais profunda.

Xavi Teis, COOP57, Catalunha


TEXTO ORIGINAL, em catalão no blog ARA




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